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TAD decide arquivar recurso do SLB no caso vouchers: não houve insinuação ofensiva de Bruno de Carvalho



Estão em causa declarações de Bruno de Carvalho sobre o caso vouchers no programa da TVI. O SLB considerou que as declarações proferidas pelo presidente leonino no referido programa televisivo foram lesivas da honra e reputação do clube da Luz. Mas o Tribunal Arbitral do Desporto não considerou assim e decidiu arquivar o recurso benfiquista.

Bruno de Carvalho limitou-se a apresentar factos e alguns concluíram, erradamente, que se tratou de uma insinuação ofensiva ao nome do clube, de modo a tentar censurar e calar a realidade dos mesmos factos. Parece que no futebol alguns ainda têm saudades dos tempos de Salazar, dos tempos do lápis azul e da censura à liberdade de expressão.


In maisfutebol:
O Tribunal do Desporto decidiu, arquivar o recurso apresentado pelo Benfica relativamente à decisão do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol no «caso dos vouchers».
Perante a confirmação do arquivamento pelo Conselho de Disciplina, tanto Benfica como Sporting decidiram recorrer em junho. Nesta segunda-feira o TAD decidiu arquivar também o recurso do Benfica.
No que diz respeito ao recurso apresentado pelo Sporting, e de acordo com aquilo que é possível confirmar no site do TAD, não houve ainda qualquer decisão.


In Record:
Tribunal diz que declarações de dirigente não feriram a reputação do Benfica.
O Tribunal Arbitral do Desporto deu esta semana uma vitória ao Sporting no chamado ‘caso dos vouchers’, ao proceder ao arquivamento da queixa apresentada pelo Benfica das críticas do presidente do clube de Alvalade, Bruno de Carvalho.
O tribunal esclarece que Bruno de Carvalho agiu dentro da lei, explicando porquê: "Tem o direito à crítica, ao abrigo da liberdade de expressão, não tendo ultrapassado os limites, tratando-se de pessoas públicas. Numa esfera pública, a crítica é mais tolerada do que se fosse dirigida a um cidadão normal". Assim, considera que o Conselho de Disciplina da FPF "decidiu bem, não merecendo censura, uma vez que não há a violação de qualquer norma jurídica".
Apesar de não encontrar nada de condenável nas declarações de Bruno de Carvalho, o coletivo de juízes – composto por Leonor Chastre (presidente), Luís Lucas Pires, Sérgio Castanheira e João Pedro Miranda – tece algumas considerações à atitude do presidente do Sporting. Desde logo, dizendo o seguinte: "O estilo repetitivo e exagerado das afirmações proferidas, faz parte de uma personalidade com uma conceção de urbanidade ‘sui generis’, eventualmente censurável no plano da vivência e da convivência social, mas não para além desse plano. É um comportamento censurável, eticamente, mas não ferido de ilegalidade". Mas não se trata de uma apreciação sobre a maneira de ser de Bruno de Carvalho; o documento esclarece que é uma mera referência ao processo que se encontra em curso e não a qualquer outra questão.



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